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26/11/16

Advento: 7 respostas às perguntas mais comuns


Muitos fiéis têm uma compreensão intuitiva e baseada na experiência do Advento, mas o que dizem os documentos da Igreja sobre este tempo de preparação para o Natal?
Estas são algumas das perguntas e respostas mais comuns acerca do Advento, que neste ano começa no dia 27 de novembro.
1. Qual é o propósito do Advento?
O Advento é um tempo no calendário litúrgico da Igreja, especificamente, do calendário da Igreja Latina, que é a maior em comunhão com o Papa. Outras igrejas católicas – assim como muitas não católicas – têm a sua própria celebração do Advento.
Segundo as Normas Gerais para o Ano Litúrgico e o calendário, esta festa tem um duplo significado: em primeiro lugar é uma temporada para nos prepararmos para o Natal, quando recordamos a primeira vinda de Cristo; e em segundo lugar, um período que apela diretamente à mente e ao coração para esperar a segunda vinda de Cristo no final dos tempos.
O Advento é, então, um período de espera devota e alegre (Norma 39) que nos recordas as duas vindas de Cristo.
2. Quando começa e termina o Advento?
O primeiro domingo de Advento é o primeiro dia do novo Ano Litúrgico, que neste ano será em 27 de novembro. Os três domingos de Advento restantes serão os dias 4, 11 e 18 de dezembro. A duração deste tempo de preparação pode variar entre 21 e 28 dias, pois se celebram nos quatro domingos mais próximos à festa do Natal.
3. Por que não se canta nem recita o glória?
Durante o Advento, não se recita o gloria porque é uma das maneiras de expressar concretamente que, enquanto dura o nosso peregrinar, falta algo para que a alegria seja completa.
Quando o Senhor estiver presente no meio do seu povo, a Igreja terá chegado à sua festa completa, com a Solenidade do Natal do Senhor, quando é cantado novamente o glória.
O Missal Romano assinala que o glória é recitado ou cantado aos domingos, exceto nos tempos litúrgicos do Advento e da Quaresma.
As exceções desta regra durante o Advento são a Solenidade da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro, e a festa da Virgem de Guadalupe, em 12 de dezembro.
4. Qual é a cor litúrgica deste tempo?
A cor normal do Advento é o roxo. Segundo o numeral 346 da Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), “usa-se a cor roxa no Tempo do Advento e da Quaresma. Pode usar-se também nos Ofícios e Missas de defuntos”.
Em muitos lugares, há uma notável exceção para o terceiro domingo do Advento, conhecido como o domingo do Gaudete: “A cor de rosa pode usar-se, onde for costume, nos Domingos
Gaudete (III do Advento) e Laetare (IV da Quaresma)” (IGMR, 346).
5. O Advento é um tempo penitencial?
Frequentemente pensamos no Advento como um tempo penitencial, porque a cor litúrgica é o roxo, como na Quaresma. Entretanto, segundo o cânon 1250 do Código de Direito Canônico: “Os dias e tempos de penitência na Igreja universal são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma”.
Embora as autoridades locais possam estabelecer dias penitenciais adicionais, esta é uma lista completa dos dias e tempos penitenciais da Igreja Latina em seu conjunto e o Advento não é um deles.
6. Como as igrejas são decoradas?
O numeral 305 da Instrução Geral do Missal Romano assinala: “No tempo do Advento ornamente-se o altar com flores com a moderação que convém à índole deste tempo, de modo a não antecipar a plena alegria do Natal do Senhor”.
“A ornamentação com flores deve ser sempre sóbria e, em vez de as pôr sobre a mesa do altar, disponham-se junto dele”.
7. Quais expressões de piedade popular podemos usar neste tempo?
Existem várias expressões de piedade popular que a Igreja reconheceu para serem usadas durante o Advento. Entre elas estão: a Coroa de Advento, procissões, solenidade da Imaculada Conceição em 8 de dezembro, novena de Natal, Presépio etc.
Bônus: Como deve ser a música?
O numeral 305 da Instrução Geral do Missal Romano assinala que no “Advento o uso do órgão e de outros instrumentos musicais deve ser marcado por uma moderação adequada de acordo com este tempo litúrgico do ano, sem expressar com antecipação a alegria plena do Natal do Senhor”.

FONTE: ACI Digital

25/11/16

“Mãe solteira” pode se casar na Igreja?

Se a moça viveu um relacionamento sexual antes do casamento, gerou até um filho, cometeu o pecado da fornicação; mas se arrependeu e se confessou, acabou. Jesus perdoou e esqueceu seu pecado. Portanto, pode se casar na Igreja normalmente*. (* Se ambos não tiverem nenhum impedimento segundo o código de direito canônico)




Ainda existem outras questões que devem ser esclarecidas sobre este assunto. Ouça o áudio abaixo:




FONTE: Cleofas.org

24/11/16

Não sou casada na Igreja, posso batizar meu filho?




O Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão (cf. CIC,§ 1213).
O sacramento do Batismo é necessário à salvação. “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. (Mc 16, 16). Sabemos que há casos especiais: o batismo de desejo e o batismo de sangue dos mártires. E a Igreja também acredita que as crianças que morrem sem o batismo, podem se salvar.

O Senhor afirmou que o Batismo é necessário para a salvação, e ordenou a seus discípulos que anunciassem o Evangelho e batizassem todas as nações.

Segundo São Paulo, pelo Batismo o fiel comunga na morte de Cristo; é sepultado e ressuscita com ele: “Batizados em Cristo Jesus, em sua morte é que fomos batizados. Portanto, pelo Batismo fomos sepultados com ele na morte para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivamos vida nova” (Rm 6,3-4).

O Catecismo da Igreja diz que:  “A prática de batizar as crianças é uma tradição imemorial da Igreja. É atestada explicitamente desde o século II. Mas é bem possível que desde o início da pregação apostólica, quando “casas” inteiras receberam o Batismo, também se tenha batizado as crianças. (§1252).

A Igreja não quer que nenhuma criança morra sem ser batizada. O nosso Catecismo diz que: “Em caso de necessidade, qualquer pessoa pode batizar, desde que tenha a intenção de fazer o que faz a Igreja, e que derrame água sobre a cabeça do candidato dizendo: “Eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (§ 1284).

Por tudo que foi dito acima, também as crianças filhas de pais que não são casados podem ser batizadas, desde que, os pais e padrinhos se comprometam a educar essas crianças na fé do Cristo e da Igreja. Não há um impedimento doutrinário para que essas crianças sejam batizadas, mas há a “exigência pastoral”: pais e padrinhos devem apresentar à Igreja a garantia de que a criança será educada na fé cristã. Isto porque a Igreja não quer ministrar os sacramentos sem o devido cuidado. Jesus disse que não se pode “dar pérolas aos porcos”; um ditado que quer dizer que as coisas sagradas não podem ser ministradas sem o devido cuidado e preparação.

Quando o Papa Francisco era o cardeal arcebispo de Buenos Aires (Argentina), chamou os sacerdotes a batizar os filhos das mães solteiras e não ser “os hipócritas de hoje” que terminam afastando o povo de Deus da salvação”. Durante o encerramento do Encontro da Pastoral Urbana da Região Buenos Aires, o Cardeal disse que é necessário mostrar “uma ternura especial com os pecadores” e com os mais afastados porque “Deus vive em meio deles”. Por isso, lamentou que alguns tenham “clericalizado à Igreja do Senhor”. (Buenos Aires, 06 Set. 12 – ACI/EWTN Noticias).

Mesmo que a Igreja não se negue a batizar qualquer criança, cujos pais peçam para elas o Batismo, os párocos devem ter o cuidado de autorizar o sacramento com a devida preparação. Pode ser que um pároco, mesmo que não negue o batismo, possa adiá-lo para que haja o devido preparo.

Prof. Felipe Aquino
FONTE: Cleofas.org

23/11/16

Papa Francisco recorda: Todos morreremos algum dia e responderemos ante Deus


O Papa Francisco convidou a levar a sério a vida e a ser conscientes de que a morte chegará para todos.
Assim, na última semana antes de começar o tempo litúrgico de Advento, disse: “Não gosta de pensar nessas coisas”, mas “ali está a verdade”. “E quando um de nós terá ido embora, passarão anos e quase ninguém se lembrará”, disse na homilia da Missa matutina da Casa Santa Marta.
Francisco revelou que tem uma “agenda” na qual escreve “quando uma pessoa morre” e todos os dias vê “como o tempo passou”. “E isso nos obriga” a observar o “rastro” da nossa vida. 
“E nos fará bem pensar: Mas como será o dia em que eu estarei diante de Jesus? Quando Ele me perguntará sobre os talentos que me deu, que uso fiz deles; quando ele me perguntará como estava o meu coração quando a semente caiu, como foi o caminho, os espinhos: essas Parábolas do Reino de Deus. Como recebi a Palavra? Com coração aberto? Eu a fiz germinar para o bem de todos ou a escondi?”.
O Pontífice sublinhou que cada um estará diante de Jesus no dia do juízo e pediu aos fiéis que não se deixem “enganar”. É um engano que tem a ver com a “alienação”, a enganação de “viver como se jamais fôssemos morrer”.

“Quando vier o Senhor, como me encontrará? Esperando ou em meio a tantas alienações da vida?”.“Eu me lembro de quando era criança e fazia catecismo, nos ensinavam quatro coisas: morte, juízo, inferno ou glória. Depois do juízo havia esta possibilidade”, comentou.“Mas padre, isto é para nos assustar...”. “Não, é a verdade! Porque se não cuidares do coração para que o Senhor esteja contigo e vives afastado sempre do Senhor, talvez haja o perigo, o risco de continuar afastado da eternidade do Senhor. É horrível isso!”.
Francisco recordou as palavras da Escritura: “Seja fiel até a morte e te darei a coroa da vida”. “A fidelidade ao Senhor não desilude. Se cada um de nós for fiel ao Senhor, quando a morte chegar, diremos como São Francisco: ‘vinde, irmã morte’... Ela não nos assustará”.
“E quando for o dia do juízo, diremos ao Senhor: ‘Senhor, tenho tantos pecados, mas tentei ser fiel’. E o Senhor é bom. Este é o conselho que lhes dou: ‘Sejam fiéis até a morte e lhes darei a coroa da vida’. Com esta fidelidade não teremos medo no fim, não teremos medo no dia do juízo”.


Leituras comentadas pelo Papa:
Ap 14,14-19
Eu, João, 14na minha visão, vi uma nuvem branca e sentado na nuvem alguém que parecia um “filho de homem”. Tinha na cabeça uma coroa de ouro e, nas mãos, uma foice afiada. 15Saiu do Templo outro anjo, gritando em alta voz para aquele que estava sentado na nuvem: “Lança tua foice, e ceifa. Chegou a hora da colheita. A seara da terra está madura!” 16E aquele que estava sentado na nuvem lançou a foice, e a terra foi ceifada. 17Então saiu do templo que está no céu mais um anjo. Também ele tinha nas mãos uma foice afiada. 18E saiu, de junto do altar, outro anjo ainda, aquele que tem o poder sobre o fogo. Ele gritou em alta voz para aquele que segurava a foice afiada: “Lança a foice e colhe os cachos da videira da terra, porque as uvas já estão maduras”. 19E o anjo lançou a foice afiada na terra, e colheu as uvas da videira da terra. Depois, despejou as uvas no grande lagar do furor de Deus.


Evangelho
Lc 21,5-11
Naquele tempo, 5algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas. Jesus disse: 6“Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”. 7Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?” 8Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ E ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente! 9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”. 10E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu”.

FONTE: ACI Digital

Maria teve outros filhos, os supostos irmãos de Jesus?

Em algumas passagens das Sagradas Escrituras aparecem as palavras: “irmãos de Jesus” e isso tem gerado a interpretação de que a Santíssima Virgem Maria teve outros filhos. Para quem tem somente a Bíblia, parece evidente que Nossa Senhora teve outros filhos além do Filho de Deus e, portanto, Jesus Cristo teve irmãos e irmãs (cf. Mt 13, 55-56).
No entanto, nós temos a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, que são os fundamentos necessários para entender as verdades da fé católica. A partir desses fundamentos, vejamos se é verdade que a Virgem Maria teve outros filhos além do Verbo de Deus encarnado.

O que a Tradição e o Magistério da Igreja dizem sobre os irmãos de Jesus?

A polêmica a respeito da afirmação de que a Santíssima Virgem Maria teve outros filhos além de seu Filho Jesus Cristo não é nova. Pelo contrário, no século IV, São Jerônimo já combatia aqueles que usavam a passagem de Mateus e outras para sustentar que Nossa Senhora teve outros filhos: “Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?” (Mt 13, 55).
A respeito dessa passagem, Jerônimo ensina que são chamados de irmãos de Jesus os filhos de sua tia materna, Maria de Cléofas, mulher de Alfeu e mãe de São Tiago e de José1. A Tradição da Igreja – desde os apóstolos até os Santos Padres – e posteriormente os Santos Doutores da Igreja, afirmam que a Virgem Maria não teve outros filhos e que ela permaneceu Virgem antes, durante e depois do parto do Filho de Deus.
O Magistério da Igreja, em consonância com a Tradição da Igreja e com as Sagradas Escrituras, afirmou como dogma de fé a virgindade perpétua de Nossa Senhora, ainda no tempo dos Santos Padres. A virgindade perpétua de Maria Santíssima foi proclamada em 649, no Concílio de Latrão: Se alguém, segundo os Santos Padres, não confessa que própria e verdadeiramente é Mãe de Deus a santa e sempre Virgem e Imaculada Maria, já que concebeu nos últimos tempos sem sêmen, do Espírito Santo, o próprio Deus-Verbo (…), e que deu à luz sem corrupção, permanecendo a sua virgindade indissolúvel mesmo depois do parto, seja anátema2.
Tendo em vista que a Igreja Católica proclamou como dogma de fé a virgindade perpétua de Nossa Senhora, é necessário que nós católicos creiamos nessa verdade. Por isso, se não cremos nela, devemos fazer um esforço para crer, para que possamos entender, como ensinava Santo Agostinho: “Não queirais entender para crer, crê para que possas entender. Se não crês, não entenderás”3.

O que as Sagradas Escrituras dizem sobre os irmãos de Jesus?

Na Bíblia, há varias passagens nas quais são mencionados os “irmãos de Jesus”. Dentre estas, tomaremos a seguinte passagem do Evangelho segundo São Mateus: “Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?” (Mt 13, 55).
Continuando nosso estudo, vemos que entre os apóstolos há dois com o nome de Tiago: “Eis os nomes dos doze apóstolos: o primeiro, Simão, chamado Pedro; depois André, seu irmão. Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão. Filipe e Bartolomeu. Tomé e Mateus, o publicano. Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu. Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, que foi o traidor” (Mt 10, 2-4).
Mateus ainda nos dá a conhecer que entre as mulheres que seguiam Jesus está a mãe de um desses e de José: “Entre elas se achavam Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu” (Mt 27, 56). Como sabemos que Tiago, filho de Zebedeu, é irmão de sangue de João, então, Tiago, filho de Alfeu, é irmão de José. Até aqui, a polêmica permanece, pois não sabemos que Maria é esta que é mãe de Tiago e de José. No entanto, há uma passagem que esclarece a questão.
Com base nos textos acima, verificamos que Alfeu, que também era chamado Cléofas, era o pai de Tiago e de José, os mesmos que são chamados “irmãos de Jesus”. A mãe deles chamava-se Maria, um nome bastante comum naquele tempo. A dificuldade em saber que é esta Maria é superada em uma passagem do Evangelho segundo São João, na qual esta Maria está ao lado da Virgem Maria, Mãe de Jesus Cristo, na hora da crucifixão: “Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena” (Jo 19, 25).
Dessa forma, vemos que Maria, mãe de Tiago e de José, era irmã de Nossa Senhora, e que esses supostos irmãos de Jesus são, na verdade, seus primos. Para os incrédulos, talvez essa explicação não os tenha convencido, e perguntem sobre os outros dois irmãos: Simão e Judas. Mas não perderemos tempo em mais explicações, pois, para quem não tem fé católica, provavelmente não servirão os nossos argumentos.

O mal entendido a respeito da palavra “irmãos”

Depois de analisar a questão dos “irmãos” de Jesus do ponto de vista da Revelação Divina e do Magistério da Igreja, vimos que para nós católicos não há o que discutir. Cremos que a Virgem Maria foi Mãe de Jesus Cristo e que permaneceu virgem.
Consequentemente, não poderia ser a mãe dos supostos irmãos do Senhor. Mas se Jesus não teve irmãos de sangue, por que Tiago, José, Simão e Judas são chamados de seus irmãos? A resposta é muitos mais simples do que se imagina.
Em hebraico, língua do povo judeu, a palavra irmão: א ח, que transliterada se lê: ach, é usada para vários tipos de parentesco. Pois, na língua hebraica, não há palavras específicas para primo, prima e outros graus de parentesco.
Quando a Bíblia foi traduzida para o grego, foi usada a palavra “adelfos”, que significa literalmente irmão, e não “anepsios”, que significa primo. Posteriormente, a Bíblia foi traduzida para o latim “fratres”, que também significa irmão.
As traduções da Bíblia em grego e em latim foram feitas dessa forma para não perder a originalidade, e eram naturalmente compreendidas pelas pessoas, pois conheciam a fé católica e a cultura judaica.
Assim, procuremos conhecer a fé católica, a Tradição e o Magistério da Igreja, e pelo menos um pouco da cultura judaica, antes de ler as Sagradas Escrituras. Recordemos sempre que o Sagrado Magistério nos ensina que a Bíblia só é Palavra de Deus se unida à Tradição: “A Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura constituem um só depósito sagrado da Palavra de Deus”4. Dessa forma, a Bíblia não será para nós “pedra de tropeço” (1 Pd 2, 7) e certamente evitaremos interpretações contrárias à fé católica.

FONTE: Catholicus.org

22/11/16

FORÇA JOVEM: Em PARAMBU, jovens católicos da região encontram-se em mais um TABUNÓPOLIS


No  último domingo (20/11), com o tema "JOVENS, PROTAGONISTAS DA IGREJA", a Paróquia de São Pedro de Parambu sediou mais uma edição do TABUNÓPOLIS, encontrão regional de jovens católicos das paróquias pertencentes a Área Sul da Diocese de Crateús, da qual fazem parte as paróquias de Tauá, Parambu e Quiterianópolis, realizado no Centro de Formação Paroquial.

A programação do encontro teve início por volta das 8h, com a recepção e credenciamento das diversas caravanas vindas das paróquias vizinhas, dos bairros e das comunidades do interior de Parambu, seguida da partilha do café da manhã. Após o café, Pe. Chagas, pároco de Parambu, fez a abertura oficial, dando as boas vindas ao público presente, sucedido por momentos de oração, louvor e dinâmicas, coordenados pelos jovens das paróquias.


Para explorar o tema do encontro, foi convidada a Coordenadora Regional da Catequese, Mazé Bernardes, que, com seu jeito sereno, chamou a atenção dos jovens para a reflexão acerca do seu importante papel de protagonistas na igreja. Após Mazé, participou também Neile Torquato, esposa do Diácono Manuel e participante ativa dos grupos e movimentos da igreja, que contou um pouco da sua experiência dos tempos de juventude e, de forma objetiva e impactante, abordou a problemática das drogas na vida do jovem, com a exibição de um vídeo baseado em  fatos reais.

O louvor da  banda dos jovens da comunidade de Vila Isabel comandou a animação da primeira parte do encontro, que encerrou-se com uma pausa para o delicioso almoço, servido pelos jovens de Parambu, por volta de meio dia.

A programação teve sequência à tarde, por volta das 13:30h, com o Show Cultural, oportunidade em que os vários grupos de jovens puderam apresentar os seus o talentos. Apresentaram-se a juventude da comunidade de Salgado, o Ador'Art (Bairro Caixa D'Água) e a Chiara Luce (Centro), além de alguns grupos de Tauá.

O Tabunópolis de Parambu, encerrou-se com uma Santa Missa, celebrada por Pe. César de Tauá.

Foi mais um lindo momento de oração, formação, encontro, partilha de dons e de muita alegria vivido pelos jovens das nossa região.

Esse foi o terceiro Tabunópolis do ano. O primeiro aconteceu ainda em fevereiro, em Quiterianópolis, enquanto o segundo foi sediado por Tauá, em setembro.



Veja abaixo mais algumas fotos do encontro:


















































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